Terça-feira, 30 de Janeiro de 2007
Acidentes de Viação

Acidentes de viação causaram 21 mortos na semana passada

Os acidentes de viação nas estradas de Portugal continental provocaram 21 mortos, 40 feridos graves e 655 feridos ligeiros na semana de 22 a 28 de Janeiro, indica esta terça-feira a Direcção-Geral de Viação (DGV).

Nas áreas patrulhadas pela GNR registaram-se 17 mortos, 30 feridos graves e 455 feridos ligeiros.

A PSP contabilizou quatro vítimas mortais, 10 feridos grave se 200 ligeiros nas áreas sob sua jurisidição.

Desde o início do ano, os acidentes rodoviários provocaram 69 mortos, 176 feridos graves e 2.685 feridos ligeiros. Estes números representam mais 11 mortos, menos 38 feridos graves e menos 309 feridos ligeiros do que em igual período em 2006.



Numa só semana morrem 21 pessoas, 4 nos grandes centros urbanos e 17 no resto do país. No resto do país ou nas autoestradas, IP's e afins.

Que raio de guerra é esta que vivemos e nunca mais acaba?

Sinceramente, eu não sou a favor das guerras, como tal, até sugeria que as forças militares terminassem, e todos os seus efectivos eram reconduzidos para a protecção civil e para uma nova entidade que tivesse como objectivo zelar pela vida na estrada. Estou certo que iriam salvar mais vidas do que ao serviço das forças militares actuais.

Em vez de se renovarem as chaimites, sempre renovavam a totalidade da frota das forças de segurança (PSP e GNR), forneciam ambulâncias e ainda sobrava muito...

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publicado por Nick às 16:58
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Farois fundidos
Tenho-me cruzado com vários carros que circulam com os faróis fundidos. Médios, nevoeiros e até alguns sem qualquer luz num dos lados.

Este fenómeno é corrente, o inverno está a decorrer, a noite ainda é grande e como tal, os farois são muito mais utilizados do que no verão. As ópticas passado algum tempo começam a fundir e janeiro/fevereiro são meses em que se vêem muitos casos de faróis fundidos.

O problema é que grande parte dos condutores não se apercebe disso logo aos primeiros kilómetros, o que origina redução da sua segurança.

Alguns carros já têm um sistema de "check-up" no arranque que verifica o normal estado da viatura, avisando o condutor para faróis (ou outros componentes) com avarias. Como nunca se sabe em que situações este imprevisto irá ocorrer, o mais sensato é ter à mão uma lâmpada sobresselente para substituição imediata.

Na compra do meu carro, ele trouxe um kit de luzes com as várias lâmpadas que podem ser substituídas, e garanto-vos que não é nada de outro mundo mudar uma lâmpada.

Por isso, pensem nisto, nunca se sabe onde a lâmpada vai fundir.
publicado por Nick às 11:53
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Sexta-feira, 26 de Janeiro de 2007
Pluralidade de vias

Artigo 14.º
Pluralidade de vias de trânsito
1 - Sempre que, no mesmo sentido, sejam possíveis duas ou mais filas de trânsito, este deve fazer-se pela via de trânsito mais à direita, podendo, no entanto, utilizar-se outra se não houver lugar naquela e, bem assim, para ultrapassar ou mudar de direcção.
2 - Dentro das localidades, os condutores devem utilizar a via de trânsito mais conveniente ao seu destino, só lhes sendo permitida a mudança para outra, depois de tomadas as devidas precauções, a fim de mudar de direcção, ultrapassar, parar ou estacionar.
3 - Ao trânsito em rotundas, situadas dentro e fora das localidades, é também aplicável o disposto no número anterior, salvo no que se refere à paragem e estacionamento.
4 - Quem infringir o disposto nos números anteriores é sancionado com coima de €60 a €300.

Este artigo deve ser o de maior incumprimento de todos os que integram o código da estrada.

Quero destacar neste artigo dois pontos:

  • numa autoestrada é obrigatório circular pela direita, como tal, quem acha que andar no meio é que está a dar, faça o favor de cumprir a lei e passe a circular pela direita;
  • numa rotunda, deve-se usar a via mais conveniente ao seu destino, isto é o mesmo que dizer que não é obrigatório circular pela direita, como era antigamente. Em relação às rotundas vou escrever um post sobre isso.
É por estes e outros incumprimentos que conduzir em Portugal é mesmo um risco, praticamente ninguém cumpre o código e muitos nem fazem ideia que vão em incumprimento.

Para quando cursos obrigatórios de reciclagem do código de 5 em 5 anos?

Se fosse comigo a carta tinha validade por 5 anos, é assim em todas as ordens, é assim em todo o lado, porque não é assim no código da estrada?

Quantas pessoas vão ter de morrer nas estradas por não se cumprirem as regras?
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publicado por Nick às 09:49
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Quinta-feira, 25 de Janeiro de 2007
Já conhece o Klic?
Klic. Na estrada ele é o teu melhor amigo!

É o slogan de uma campanha de prevenção rodoviária destinada aos mais novos, que a Prevenção Rodoviária Portuguesa (PRP) está a promover.

No fundo, trata-se de um acessório que se coloca no cinto de segurança, que tem como objectivo aumentar a segurança do transporte das crianças.

Esta foi uma forma inteligente de a PRP conseguir promover o uso de cinto de segurança nas crianças. Como o Klic é um boneco, preso ao cinto, as crianças são obrigadas a usar o cinto para poderem brincar com ele.

Assim, distraem-se a brincar com o boneco enquanto viajam com o cinto colocado e não perturbam a condução dos adultos.


Esta campanha é constituída por diversas peças de comunicação – a mascote Klic, brochura, cartaz, o site Klic Seguro e um anúncio de televisão.

Estão a ser distribuídos pelas escolas, 100.000 mascotes Klic para as crianças do 1º e 2º ano, 100.000 Brochuras destinadas aos pais e 15.000 cartazes.

A mascote Klic, nome adoptado por Portugal, é inspirada no animal mamífero de nome tatu, cuja principal característica é a sua protecção e capacidade defensiva. Trata-se de uma figura amigável, simpática e sorridente, que nos remete para o universo infanto-juvenil, e cuja missão é, através da sua aplicação no cinto de segurança, tornar seguras as viagens de automóvel dos mais jovens.

Consultem o site aqui para todas as informações.

É bom termos iniciativas deste género, pois as crianças são os futuros condutores.
publicado por Nick às 14:57
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Quarta-feira, 24 de Janeiro de 2007
Transporte de crianças
Hoje vinha a conduzir quando passa por mim um carro com uma criança solta no banco de trás. Fiquei a observar nos breves momentos em que seguimos o mesmo trajecto, a criança nunca parou quieta, vinha a janela, saltava, virava-se para um lado, para o outro, enfim...

A senhora que ia ao volante, supostamente a mãe, tinha o cinto de segurança colocado. Mas, ia a criança? Será que essa mãe valoriza mais a própria vida do que a da sua filha?

É triste ver estas cenas, tanto mais que o risco que aquela criança vai a correr dá arrepios. Para os que não sabem, um acidente a 50 km/h corresponde, numa criança, a uma queda do 4º andar.

A legislação é clara neste aspecto, é obrigatório o uso de sistemas de retenção (cintos) em todos os bancos (frente e trás), sendo que as crianças só podem andar no banco da frente após 12 anos ou se tiverem mais de 1,5m de altura. Até lá, todas as crianças têm de usar um equipamento de retenção homologado (a cadeirinha) adaptado à sua idade e estatura.

Cá em Portugal é a desgraça do costume, ninguém parece ligar nenhuma ao que realmente interessa, como tal, temos de nos recorrer dos resultados dos testes a cadeirinhas efectuados pelo ADAC (o maior club de automobilistas da Alemanha).

Este organismo realiza todos os anos testes às principais cadeirinhas à venda no mercado, no âmbito do EuroTest, uma associação que reúne 14 automóveis-clubes europeus, entre os quais o Automóvel Club de Portugal.

Os testes constam de uma avaliação perante uma colisão lateral e frontal. Os técnicos avaliam a resistência a impactos, a estabilidade e apoio para a cabeça, bem como o deslocamento ou rotação do cinto de segurança. É também verificada a estabilidade, fixação ao banco do automóvel, eficácia dos cintos e resistência ao fecho. O conforto e a qualidade de construção também não são esquecidos.

Os resultados dos testes mais recentes (Setembro de 2006) são apresentados abaixo. Neste foram testados 31 cadeirinhas novas. Há mais cadeirinhas à venda no mercado, algumas já testadas anteriormente.



Para mais informações sobre sistemas de retenção das crianças podem consultar o site da DGV e ler o artigo publicado na revista Turbo, de onde me servi como auxiliar na escrita deste post.

Pense nas crianças em primeiro lugar. Ensine-lhes os princípios da segurança e vai ver que eles não fazem birra por irem sentados na cadeirinha.
publicado por Nick às 16:11
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Gelo na estrada
Com esta vaga de frio que estamos a atravessar, grande parte do país atinge temperaturas abaixo de 5ºC durante a noite.

Isso significa que há formação de gelo no pavimento rodoviário. Nem é preciso ter água, basta o vapor de água do ar ambiente que condenssa e forma uma película de gelo no pavimento.

É claro que os portugueses não sabem conduzir com gelo. Não há formação para isso, nem sequer é necessária pois gelo na estrada ocorre pontualmente, não se justificando formação especifica para a condução no gelo.

No entanto, não custa alertar para os perigos que representa o gelo na estrada, bem como, que tipo de reacção devemos ter na condução quando nos deparamos com gelo na estrada.

Pois bem, se estiverem a passar por alguma estrada e a sonda de temperatura do vosso carro marcar menos de 5ºC lembrem-se que poderão encontrar gelo no piso. O gelo, por vezes não se vê, apenas se sente.

Evitem acelerações bruscas, travagens no limite e mudanças de direcção apertadas, pois podem entrar em derrapagem. Lembrem-se que ao derrapar o carro escorrega em qualquer sentido, mesmo de lado.

Afastem-se das bermas, pois é lá que tem mais gelo. Avisem os outros condutores para terem prudência com faróis de luzes. Vão pensar que é policia, mas sempre estão mais atentos e moderam a velocidade.

Aproveitem para tirar a folga aos cintos de segurança e mantenham malas, casacos, etc presos para não voarem dentro do carro.

Por fim, apreciem a viagem pois é um espectáculo ver os campos, casas e árvores todas brancas, dá-nos paz de espírito.



Boa viagem.
publicado por Nick às 09:10
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Terça-feira, 23 de Janeiro de 2007
Nevoeiro
Estamos na época do nevoeiro.

As temperaturas baixam e o vapor de água que se encontra no ar condensa, formando nuvens de água a que chamamos de nevoeiro.

Prefiro circular à chuva do que com nevoeiro. A justificação é que com nevoeiro deixo de conseguir ver a estrada, enquanto que com chuva sempre a vejo.



E realmente, com nevoeiro é mesmo complicado de conduzir. Espanta-me é ver pessoas que o fazem com uma naturalidade como se não existisse nevoeiro. É que circulam à mesma velocidade e com os faróis desligados. Se calhar é de mim, fico cegueta com nevoeiro.

Essas pessoas inconscientes, já que conseguem ver muito bem com nevoeiro, ao menos liguem os médios, nevoeiros da frente e de trás, é que se vêem bem, há outros como eu que não conseguem ver nada. Sempre podiam dar-nos uma ajudinha, para bem de todos e para vosso bem. E não venham com a desculpa que é para poupar bateria, pois a bateria não está em uso com o carro em movimento.

Ontem, na AE41 um painel informativo da concessionária avisava "Nevoeiro, distância de visibilidade de 80 m...".

Naquela autoestrada o limite de velocidade é de 100 km/h, isso significa que fazemos 28 m/s, com 80 m de visibilidade temos menos de 3 s para parar o carro sem bater em qualquer obstáculo que se encontre em plena via parado.

Jamais conseguiremos parar a tempo sem nos espetarmos, por isso, reduzam a velocidade.

Se não estão para se maçarem em ligar os faróis de nevoeiro, lembrem-se de que pagaram para os ter, por isso, ao menos façam uso desse investimento.

Conduzem com segurança.
publicado por Nick às 09:45
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